As pequenas conquistas nos dão mais ânimo e energia pra continuar... Mais comemorações só quando realmente forem oficiais. Afinal de contas, palavras simplesmente se vão ao vento. Acreditar às vezes é bom, mas perceber q o q se quer está um pouco mais perto é bom demais.
PS: volto assim q der.
Eu até sabia sobre o q ia escrever, mas os pensamentos (e a memória) foram abduzidos... E o q é q a gente faz quando dá um branco? Quando o poço seca? Quando ñ tem sobre o q escrever? Lê uma revista pra ver se tem idéias? Ou, simplesmente, faz como eu e escreve sobre o “próprio branco”? Nos costumamos a ter um certo preconceito contra o “nada”, afinal "cabeça vazia, oficina do diabo" ñ é?! O nada, entretanto, pode ser algo muito produtivo. E eu ñ estou nem sequer falando do "ócio produtivo", q é um nada mais sofisticado. Quando eu digo nada, estou me referindo a espaços q, ñ necessariamente, precisam estar vazios. Às vezes estão apenas cheios de coisas ñ consideradas úteis para a maioria das pessoas. Por exemplo, quando vc tá pensando no quanto as uvas sem caroços são mais legais, daí vem alguém e lhe pergunta em quê vc tá pensando e vc responde (sem refletir duas vezes) "em nada!". Talvez por força do hábito, nos acostumamos a apelidar muitas coisas ao nosso redor de nada, quando, na verdade, cada uma delas tem sua importância. Ñ percebemos q são os falsos nadas os responsáveis por nossa vida ñ ser um “nada literal”. Ninguém pára pra pensar, por exemplo, talvez, q muitos desses nadas tenham movido grandes gênios como Newton, Einstein, Planck. Afinal, o q Newton fazia embaixo de uma macieira, quando descobriu a gravidade? Garanto q nada! Hoje nós somos obrigados a estar sempre repletos de afazeres. Se ñ estivermos a ponto de explodir por conta do estresse ou se ñ fizermos trilhões de atividades por dia, somos taxados de vagabundos, preguiçosos. Ñ vou ser chata dizendo q isso tudo é culpa da mentalidade fordista da segunda revolução industrial, no entanto, nunca houve quem provasse q o desenvolvimento era fazer várias coisas ao mesmo tempo ao invés de passar o dia de pernas pro ar. E cá pra nós, eu amo quando posso passar momentos cheios de ñ fazer nada. Lembre-se de q, quando eu digo “ñ fazer nada”, isso pode significar muita coisa. O nada, querendo ou ñ, é constante em nossas vidas. É o nada q preenche os espaços entre os “tudos”, portanto devemos ter como lição sermos um pouco mais concretistas e dar valor aos espaços em branco, sejam no papel ou no pensamento.![]()
“Tenho tido muito prazer em trabalhar. Trabalhe, Flavinha.” Foi o q eu disse a ela. No ano de merda da minha vida (onde, literalmente, só aconteceram duas coisas boas p mim), mais conhecido como 2007, quando me vi sozinha e com uma responsabilidade enorme (tão grande q é pro resto da vida) nas mãos, comecei a trabalhar de maneira insana. Foi o q me aliviou da loucura e da chatice da tristeza (sim, a tristeza pode ser mesmo muito chata). Ficar longe dos amigos por tanto tempo como eu fiquei foi muito difícil para mim (foi quando passei uma longa temporada em Campinas). Logo eu q sou um ser altamente social, q gosto tanto de gente, da diversidade e trocar idéias. Mas a vida é difícil e quem ainda ñ sabe disso comprou um bilhete para a depressão e o auto-consumo. Ñ é um texto de auto-ajuda ou de ajuda a alguém, quem quer q seja. Apenas faço votos de q todo mundo acorde e saia de casa pra fazer algo q goste e o faça crescer. Creiam: dá um mega adianto.![]()
Vamos brincar, enquanto chove essa chuvinha boa...
Agora eu sou areia branca e tu, conchinha!
Vamos brincar de fazer versos:
Te dou meus sonhos tão dispersos,
me dás teus universos...
Me dás a flor do teu sorriso,
te dou um pouco de juízo...
Ah, vamos brincar de verdade?
Eu sou teu colo... E tu felicidade!
Tu és a vida a cantar!
Eu, pra te ouvir, ando uma milha...
Tu és o mar, eu sou a ilha
Vamos brincar de amar?
Sou teu amor, és minha vida!
Recebi por e-mail, ñ sei de quem é, mas tem absolutamente tudo a ver comigo. Afff...
Minha mente tá meio assim...
Dando voltas num vão lotado de fagulhas q se perderam no tempo...
Fagulhas... Queria poder transformá-las em labaredas outra vez!
Fogo abrasador, quem sabe...
E me deixar queimar outra vez! Como antes! Mais ainda!
Como quando os abstratos eram palpáveis e palatáveis...
E eu vivia em chamas... Mas afinal o q resta de mim?
Impotência minha!
Q saudades de sentar embaixo de uma árvore,
ou em frente ao mar,
ou até mesmo sentar numa praça e dali,
daqueles cenários, tirar frases, trechos, textos.
Saudades da minha inspiração...![]()
O “porque” é compreensível, porém, é limitado numa angústia superior às palavras ou respostas. São tantos caminhos a seguir, tantas escolhas a tomar. Todas elas geram dúvidas, questões q nos inquietam durante toda a vida, onde alguns arrumam soluções somente perto do fim, ou levam-nas para o túmulo.
Há dias inquestionáveis. Tudo passa tão rápido q ñ percebo nem a luz do dia indo embora sem um “tchau”, em contra partida há dias q tudo parece me dar uma direção, um sinal, me fazendo enveredar aos mais absurdos rumos e idéias, viajar para muito longe sem sair desse pouco vocabulário; é como uma agulha q incomoda, onde dificilmente se esquece da dor. Agora eu me pergunto, qual o “porque” de tudo isso? Qual o “porque” de sentir os meus passos no chão, de sentir a chuva caindo do céu, o vento tocando o meu rosto? Qual o “porque” de chegar e dar um “oi” sorridente, ou um “oi” triste? Qual é a diferença? Qual o “porque” de ñ abraçar e beijar? Qual a circunstância q me comove além de uma notícia triste q perdura ao máximo 4 ou 5 minutos de audiência? Mas afinal, por que eu sei de muitas coisas e as deixo para traz? Por que eu ñ amo no momento em q a vida me dá possibilidades? Por que eu ignoro, se depois eu vou pedir perdão? Por que eu ñ perdôo, se também preciso me redimir? Por que eu machuco, se ainda curo feridas abertas no peito?
O “porque” de muitas coisas ñ é um enigma. Para todas as questões existem respostas, basta apenas saber o “porque”.![]()
A rosa nada mais era q a beleza q eu escolhi pra seguir; eu me matei por aquela bendita rosa. Ela ñ vai me trazer frutos, nem me deixar espinhos; foi uma decepção, decepção em mim, era uma oportunidade e eu perdi. Eu culpo a mim mesma por tê-la focado da maneira errada, por ter esquecido o q a fazia tão graciosa. Minhas lamúrias e recados mal escritos eu simplesmente abandonei, estava com medo, me perdoe, sou falha, discreta, errei. Mal podia esperar por ter novamente novas notícias, por me encantar por outra rosa, um jasmim, uma orquídea, quem sabe lírios, mas, lá me via novamente, querendo sua beleza, sua bondade. Os meios me levavam a um caminho automático e vicioso, no qual a graça, ñ me interessava; a beleza me contagiava, mas em mim estava mais claro a escuridão, em q hipótese a pureza iria se juntar comigo? Tentava fechar meus olhos, o máximo possível, na maior parte do tempo, ignorando as chances; de q me interessava sua ostentação se nelas havia limites? Causava fúria. Pra quê enxergar rosas sem poder sentir a pétala suave? Parecia pureza dura, santidade triste e cruel, meus sonhos e princípios estavam datados no q havia me denominado...![]()
Havia entrado numa nóia de postar em meu outro blog com restrição pra acesso e tudo mais, daí pensei: “Pra quê tudo isso? Tô querendo esconder o q de quem?” E sabe qual a resposta? ―Nada disso é necessário. Essa é minha vida (ou melhor, parte dela). Quem quiser ler q leia, ñ me incomoda mais esse monte de acesso descabido. Ai, ai... Voltei com tudo de novo: tristezas, alegrias, derrotas, vitórias, festa... ![]()
Bom, faz tempo q eu ñ venho aqui... E ñ q ninguém se incomode ou espere ansiosamente... Mas, enfim.
Mas então, o problema d’eu ter deixado de vir aqui é muito simples: trabalho; trabalho e mais trabalho. É q depois q eu vi q o mundo adulto é mais do q poder sair a hora q quer, voltar a hora q quer, sem dar satisfações a ninguém, eu fui me colocando nos eixos e hoje estou aqui, morrendo de sono todos os dias pra poder acordar antes de 5h da manhã, estar no gabinete 6h e só sair de lá perto das 14h, deixando metade das coisas prontas para o outro dia. Chegar em casa, tomar um banho, comr e matar a saudade diária e infinita da minha Vidinha (ano q vem ele começa a estudar)
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Essa parte boa do dia acaba às 17:30h, quando preciso vestir a armadura de mulher incansável e correr pra aula. Geralmente quando chego em casa minha Vidinha já tá dormindo, mas mesmo assim, eu, mãe coruja q sou, velo um pouco seu sono.
Ok,voltemos ao trabalho! O q me desgasta são as pessoas (afffff como gente é um bicho complicado!) Tenho q aprender a lidar com gente burra q se acha inteligente. Com gente burra mesmo, dessas q assumem a burrice assinando a papelada com grana alta. Com gente q acha, por algum acaso da vida q é profissional. Só isso q eu preciso. Ñ sei ver q uma coisa está errada e ficar dizendo “amém” só porque vc tem o dinheiro.
Ontem, de tanto ódio q eu tive e ñ pude externar (profissionalismo em primeiro lugar!), fiquei muito doente. Estou melhor agora, mas ontem, acho q tava delirando já, com meus 39º de febre.
Eu tenho princípios. Morais e éticos. Mas como o conceito de moral e de ética é extremamente relativo, vamos ficar por isso mesmo.
Tomara q o dinheiro compense tudo. Tudo mesmo.
Agora vou dormir q meu dia é longo...![]()
Hasta luego, muchachos (espero!)!![]()
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Sei q poderia voltar a escrever com assuntos mais amenos, mas ñ posso deixar de registrar minha indignação a respeito desse assunto.
Para o conhecimento há limites, só ñ há limites para ignorância. Essa frase já resumiria bem a história do tal Arcebispo de Recife q excomungou a equipe médica, a menina estuprada, mas manteve a “proteção divina” ao estuprador. Com mais este episódio observamos o quanto a Igreja Católica é uma instituição q caminha na contramão do bom senso. Ñ é à toa q vêm perdendo terreno cada vez mais para outras religiões e com as
seguidas “gafes” praticadas em nome do regimento maior, fica a pergunta: ñ existe um departamento de marketing para assessorar estes homens? Há pouco tempo tivemos o retorno do padre q nega a existência do Holocausto, agora esse Arcebispo apoiado pelo Vaticano excomungando profissionais q trabalham justamente para preservar a vida humana. Será q ñ vale nada o diagnóstico da ciência? Se a menina prosseguisse com a gravidez poderia morrer junto com os gêmeos q estava gerando, fruto de um crime inadmissível. Para o estuprador de uma criança, a meu ver, caberia inclusive a pena capital. Os freqüentes casos de pedofilia q minam as estruturas da igreja talvez possam ser justificados também, afinal de contas, como entender uma atitude dessas?
A Igreja Católica deveria se intrometer apenas na vida de seus seguidores e deixar q a sociedade, a justiça e a ciência decidam o q é melhor para cada caso. Num Estado laico ñ cabe a um Arcebispo tentar impedir um procedimento q está previsto no código penal. Em caso de estupro ou de risco para a mãe o aborto é permitido. Mas como somos hipócritas e mal resolvidos, inclusive espiritualmente, achamos q com atitudes paternalistas podemos controlar a vida alheia. Vide as clínicas clandestinas q atuam livremente no país.
Ñ há dúvidas de q existem padres, fiéis e pessoas q se identificam com a doutrina Católica
e q fazem excelentes trabalhos sociais, auxiliando todo tipo de gente q precisa de ajuda.
Contudo, ñ tenho dúvidas de q ações como esta praticada pela instituição em Recife só aceleram o entendimento da sociedade q a Igreja está cada dia mais distante da realidade do mundo no século XXI.
Já queimaram livros e pessoas, já se omitiram durante a segunda guerra, já pontuaram a história da humanidade com capítulos deploráveis, agora ainda tem mais essa?![]()
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