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Poxa... Eu fico com muita saudade de todos.
Pensam q é fácil sair por aí cultivando flores e ñ poder regá-las pessoalmente todos os dias? Acompanhar o seu crescimento?
Pensam q ñ preocupa ficar sem saber se estão sendo regadas devidamente todos os dias; se estão tomando o sol q necessitam; se estão recebendo o adubo q vai deixá-las mais fortes e bonitas?
Ñ é fácil!
Os sinais q recebo aqui no blog aumentam mais a saudade, mas como já devo ter dito em algum post, meu problema é o tempo... Cadê meu tempo pra ficar mais tempo com vcs? Ele já ta perto de voltar...
Por enquanto ñ esqueçam de uma coisa: amigos queridos, amudoru vcs!
E isso é p sempre!![]()
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Eu vivo em Aracaju e viver aqui tem dessas coisas: derretemos (ou rachamos como o solo do sertão?) no ápice do verão, de repente uma chuva de meia hora pra deixar o sol mais ardido em qualquer estação e às vezes precisamos suportar a mudança brusca de uma ‘estação’ para a outra em menos de 24 horas. Se aqui nevasse eu morreria congelada (apesar de gostar dum friozinho), pois basta um vento de fim de tarde pra eu tremer (literalmente), meus pés gelam, meu nariz gela, minhas mãos gelam (apesar de eu ser quentinha). Os organismos q tratem de se acostumar (o meu é muito burro nesse caso). Mas morar aqui sempre promete muitas mudanças climáticas (ou menos). Com o inverno chegando podem ter certeza de uma coisa: vou tomar muuuuuuuitos banhos de chuva. Primeiro por que ñ gosto de guarda-chuvas e segundo (e mais importante) por que amooooooooo tomar banho de chuva. Eu amo morar aqui. Amo ser sergipana. Amo o cultivo das tradições. Ñ passo um dia sem tomar água de coco e amo as praias. Até esse clima meio doido eu amo.
Hoje ñ tem aula por conta dos festejos juninos (o Estado/Nordeste todo ferve com isso) e tá chovendo forte lá fora... Coisa boa! Fiz questão de descer pra curtir a chuva q vem anunciando o inverninho da gente... Estou imersa no aconchego do meu quarto, tomando sorvete, ouvindo a chuva cair lá fora, com um tantinho da janela aberta para sentir aquele cheiro inconfundível q as gotas provocam ao tocar a grama lá embaixo...
Nesse fim de semana tenho uma pilha nada animadora de livros q preciso ler até ontem... Mas eu sei q, forçados ou ñ, momentos de solidão ñ são assim tão ruins.
Hoje, remexendo minhas gavetas, descobri fotos antigas. Fotografias de fatos e pessoas q há tempos eu ñ lembrava. Ri, ou melhor, gargalhei revendo fotos da escola, das fantasias, das férias, em casa, na ginástica, no vôlei, no clube, nos parques, pelas ruas, em festas, nos shoppings... Fotos minhas com 11, 12, 13, 14, 15 (e como eu era terrível na época do debut!), 16, 17, 18 anos... E pra completar em todas as fotografias eu ostento o mesmo sorriso de “socorro-preciso-sair-correndo-daqui”. Massaaaaaaaa!
Como resultado, agora sinto os dois lados da procura. Minha parte nostálgica ñ apenas pega uma foto, mas analisa e reflete. Como seria tudo se em determinado momento eu tivesse feito algo diferente? Por que eu era tão quietinha? Por que eu ñ fazia tal coisa? Se eu pudesse voltar no tempo, será q faria tudo de novo? Entretanto, a parte realista lava a alma, ri até cair. Q cabelo ridículo! Q roupa engraçada! Q bobinha q eu era! E me faz perceber o quanto eu cresci, o quanto sou hoje uma parte de tudo q já fui.
Sinto a chuva dar uma trégua do lado de fora. Sinto a semana dar seus primeiros sinais de adeus. O fim de semana vai se estender até terça-feira (festejos juninos lembra?). Depois teremos uma semana curtinha, mas cheia de compromissos e responsabilidades (ao menos pra mim q tô alçando vôos mais altos no emprego (obrigada DEUS!)). Nada de solidão e tudo extremamente rígido a ñ ser pela previsão do tempo. Sol radiante? Chuvas tempestuosas? O jornal promete um parcialmente nublado. Mas eu vivo em Aracaju e, aqui, tratando-se de previsão do tempo, tudo pode ser muito imprevisível.![]()
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Algumas pessoas tem a mania imbecil de fingir ser o q ñ é...
Durante todo esse tempo “ela” me falou sobre “ele”. E eu pagando uma de “a-amiga-q-se-preocupa-e-ajuda-com-atitudes” (quem convive comigo sabe q ñ sei ser de outra maneira e levo o título de amigo muito á sério). Por fim, mesmo diante de tudo q aconteceu, acreditei em uma mudança. Talvez eu esteja errada (o tempo me dirá), mas sabe q tudo isso tem trazido mais benefícios à minha vida do q eu imaginava? Aos poucos vc conhece as pessoas, e vê q máscaras ñ podem ser mantidas por muito tempo.
Odeio quando fazem joguinho comigo. Se é pra jogar me chama pra uma partida qualquer, mas bem regada a vinho e risos. É mais divertido.
É por essas e outras q dá vontade de mandar certas pessoas praquele lugar... Mas só com passagem de ida!![]()
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Isso é só um desabafo... Ao menos reclamar eu posso, né?
Eu acho q homem tem medo de privada e mictório. Só pode ser isso. Quem nunca viu conseguir a proeza de mijar tudo em um banheiro, menos dentro daquele enorme buraco da louça sanitária?
Meu irmão é um destes casos citados. Ô receio de chegar perto do vaso, meu DEUS do céu! Hoje mesmo ele fez tipo um caminho tosco com o jato até o assento. Obrigada querido! Eu sei q sua intenção de me mostrar onde eu também posso fazer minhas necessidades foi boa. Pffff... Aí, lá vai eu com a cara de Amélia ter q lavar tudo pra ñ ficar parecido com o banheiro de uma rodoviária velha.
Sinceramente, ou eles fazem de sacanagem ou adquirem um súbito Mal de Parkinson ao pegar no pinto. A impressão q às vezes também dá é q eles quando têm vontade de fazer xixi ficam rodando o bicho de forma frenética, q nem se roda uma matraca, até o mijo acabar. Ô raaaaaaaaiva!!!![]()
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Dentro de mim existem duas crianças, uma triste e uma feliz.
A triste, é calada, tem o olhar profundo, nebuloso, e é mordaz, agressiva, passional...
A feliz, é eufórica, sagaz, esperta, moleca, amável, carinhosa, bagunceira...
Hoje eu resolvi levar as duas pra sair, pra ver o mundo... Cada uma em um ombro.
Assim como quem serve de trapézio para o passarinho...
A criança Feliz, fica muito triste ao ver a criança Triste feliz... Ao passo q a Triste fica muito feliz em ver a Feliz ficar triste... Parece um redemoinho licérgico do além? Pois é... Uma querendo bandiar a outra pro seu lado na base da malemolencia...
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Muitas pessoas podem ler esse blog e achar o contrário, mas, ñ, eu ñ gosto de complicações. Creio q as coisas são simples demais pra gente ficar complicando tudo. Mas, acredito q a subjetividade atraia mais q o q é escraxado.
Um exemplo simples disso é uma pessoa querendo ficar com outra. Se essa uma já mostra todas as suas facetas, a outra se desempolga, pois acha q ñ tem mais o q descobrir. Ledo engano...
Só q eu continuo gostando das coisas das quais ñ preciso dar rodeios para saber q podem ser minhas. Seja com poesia ou com o mundo. Foi assim que fiz mais um amigo. Uma pessoa do bem, de alma leve e coração aberto. Nossas conversas tem sido raras, mas sempre acontecem, mesmo q para um saber como o outro está. Eu desejo a vc, anjo, toda a felicidade do mundo, e q vc conquiste aquilo q tanto quer. Difícil? Eu sei q é... Mas, ñ é impossível.
Ponto pra gente!![]()
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Tudo o q escrevo é o q penso, mas nem tudo o q penso escrevo aqui no blog... Temor? Pudor? Ñ... É zelo por algo q é só meu... Mas falando em temor, tenho pensado sobre algo em relação a isso ultimamente... E isso eu posso escrever aqui porque ñ faz parte do meu ‘lado B’...
Temo o q a ausência é capaz de causar. A confusão de idéias permeando o inconsciente, trazendo à tona a transição de comportamento e, conseqüentemente, as atitudes incomuns e os erros desnecessários. É exposto o contrário do q se quer: o desejo de posse, o bem-querer, a paixão, o amor alimentado... A falta disso acarreta em atos ensandecidos, em querer conquistar o mundo e viver descaradamente o q se põe à mostra. Deixar-se livre é uma tentativa arriscada, talvez vã, uma desesperada busca pelo novo, pelo q a vida é capaz de proporcionar. Permitir-se às novas possibilidades, ao conhecimento de si mesmo, ao q o mundo tem a oferecer. Temo esse universo traiçoeiro e a multiplicidade de opções passageiras na palma da minha mão... Temo abraçá-las com tamanha euforia e vê-las despedaçadas, dilacerando-me, feito cacos de vidro sobre a pele. Hoje o q me incomoda é esse ñ-aprisionamento. Liberdade em demasia vicia. Temo ñ me libertar desta liberdade q me parece estar sem freios há muito tempo...![]()
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De vez em sempre me pego olhando pro céu.
Ontem mesmo, à noite, o céu estava sem nenhuma estrelinha sequer, todo encoberto por espessas massas de ar e lá estava eu olhando pra ele. Olhando sem saber o porquê de olhar. Seria normal se eu ñ tivesse essa mania, mas eu realmente tenho certa atração pelo firmamento desde criancinha. Olho pro céu de dia, de tarde, de noite, quando chove, quando relampeja, quando venta, quando o sol está rachando... Eu tenho verdadeira fascinação por ele! Mas ontem à noite eu parei pra me perguntar: o q é q eu tanto ‘procuro’ no céu? Conduzi-me a algumas hipóteses...
Entre elas, pensei q eu pudesse estar à procura da minha alma gêmea, mas daí eu lembrei q já tinha achado ela, aliás, ele! Então pensei: como “ele” é minha alma gêmea, mas está longe de mim, talvez eu olhe tanto pro céu porque é a única coisa q existe no mundo real e q nós podemos olhar ao mesmo tempo...
Matutando mais um pouco eu pensei na hipótese de estar procurando o meu verdadeiro "eu" lá no céu, ou talvez o meu verdadeiro talento já q dia desses eu ainda estava reclamando comigo mesma: "vc é tão inteligente Gardênia, uma das melhores alunas da sala, mas no fundo ñ tem talento algum!". Percebi q quando penso nisso me dá vontade de chorar, sinto um vazio dentro de mim, como se eu fosse oca, às vezes acho q tenho um certo talento do qual me reprimo muito pois acho q nunca vou poder fazê-lo, mas ñ vale a pena comentar. Sei q me dói muito... Talvez eu esteja me procurando no céu! Ou ñ!![]()
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Mais uma vez (e sempre) me peguei observando as pessoas na correria diária por onde ando... Parece q protelam o tédio de propósito, como argumento sugestivo de ter uma vida chata e demorada, quase paralisada. É aquele papo de sensação térmica...
Quando se vive um longo período de prazer físico, de felicidade, esse momento foge tão veloz... E os sonhos muitas vezes nem cabem na realidade prática. Quando se trabalha, sôfrego e cansado, a vida demora mais a passar, aliás, as vidas nesse caso só acontecem, no maravilhoso e intocável ’manto das idéias’. E toma-lhe consumo nesse meio de campo (parece q é o q alivia a dor e o desespero dos q podem, claro!)... A realidade é: sobreviver...!
Aí o apego cretino floresce burro e cego.
Nisso vem a intuição...
Às vezes sinto a vida falar, mas essas são representações sensitivas de nossa coerência de ações, os valores de cada um se relacionando com a vida. A intuição pode ser um movimento transtornado de um estímulo cerebral viciado, pode ser uma fantasia psicológica, q nos leva pra lugares de interesse íntimo. Podemos estar sendo ludibriados por nosso super ego...
Mas eu tenho a sensação de q, pra essas pessoas, pode a casa cair, o teto desabar, q muitos continuam assim de canto, de fora de suas próprias vidas...
Ñ dá pra viver o tempo todo alinhando as idéias na medida do maracujá...
Vai pra ‘casa’, tá na hora da faxina...!![]()
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Apesar das críticas (q ñ foram poucas!), estou surpresa comigo... É pra frente q se anda! Mas uma parte do meu passado, perfilada a todo contexto, desfilou por sob os meus olhos... Ñ por sua culpa anunciada, mas admito minha parcela de responsabilidade. Ela é evidente... Precisava entender o q sinto, se ainda sinto e como sinto. Portanto, pus-me a prova. Encarei-o de frente, ele e o contexto. Sobrevivi. O q eu disse q ganharia na frente, ganhei agora. Ñ por algumas horas, mas para sempre.
Um problema a menos.
Gestalt fechada!![]()
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